Ninjutsu

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O Ninjutsu:

A prática do Ninjutsu IKR em suas diversas modalidades trabalha na formação das mesmas em adultos mais sadios, conscientes de suas possibilidades de êxito frente aos seus objetivos de forma realística e equilibrada.  Aguça os sentidos básicos das pessoas e é um excelente apoio na otimização do aprendizado escolar, bem como uma ferramenta importantíssima no crescimento e desenvolvimento físico, através da prática de técnicas físicas e correta orientação sobre os diversos aspectos da saúde (alimentação, auto-massagens, respiração correta, como dormir em posturas que facilitem o funcionamento fisiológico satisfatório durante o descanso, prevenindo entre outras coisas o stress, etc). Ajuda a mudar a atitude egoísta do homem, transformando-a em algo positivo para o seu desenvolvimento e relacionamento com outras pessoas de distintas crenças e ideais, sem ser ofensivo com aqueles que pensam diferente.  Aumenta a segurança pessoal e a fortaleza interna para poder resolver as distintas situações que a vida nos apresenta diariamente e dessa maneira beneficiar a pessoa a ter uma ordem, um comportamento adequado, um trato mais cordial com próximo, a respeitar suas obrigações e executar projetos, pois quando não se tem uma determinada organização na vida, o êxito que se obtém não raro é incompleto.  O desenvolvimento dos distintos caminhos do Ninjutsu com que a pessoa descubra que motivos lhe impulsionam a ser agressiva, e de que maneira pode modificar isto para otimizar seu trato com as pessoas de seu meio social, seu progresso pessoal e dos demais.  Também se orienta a pessoa a trabalhar e evoluir sobre seus medos, e aumentar sua autoestima para que os distintos momentos que viva possam se desenvolver de uma maneira mais harmônica, em todos os meios em que interage com os demais (em sua casa, na escola, no trabalho, etc).

Ninja: Existem em quase todas as civilizações, desde os primórdios das eras, as unidades de combates de elite (como os pretorianos de Roma e os exércitos espartanos da antiga Grécia), tem atuado através da história, usando unicamente sua perícia em armamentos e ações de guerra para vencer a qualquer custo. Infiltrando-se por trás das linhas inimigas, seu pessoal altamente treinado teve sucesso onde enormes exércitos falharam, com resultados devastadores. Na era moderna, os governos iniciaram a formação de tais brigadas de elite. Visando golpear o quartel general inimigo. Tais grupos como a força delta dos estados unidos e o serviço aéreo britânico especial, continuaram as tradições de espionagem e atividades secretas. No passado e no presente, tais unidades especiais tiveram um ponto em comum: seus membros eram uma casta muito especial de homens, em plena forma físicos e peritos em seu amplo de ação. Selecionados para treinamento especiais nos exércitos regulares. Alguns meses de exaustivos treinamentos intensivos produziam um soldado pronto para combate que sobrepujava em perícia o homem comum de infantaria. Se pudesse ampliar os poucos meses de treino em 18 anos ou mais o produto final seria um pouco menos do que um super homem, um guerreiro cujas habilidades tanto mentais quanto físicas seriam verdadeiramente espantosas. Tais unidades de elite existem de fato e suas tradições remontam no tempo há mais de dois mil anos. Elas são os ninjas, praticantes de ninjutsu.

Os guerreiros super humanos da sombra: O condicionamento e treinamento constante do corpo levou o guerreiro ninja ao apogeu da forma física e resistência e é fácil entender por que o simples pessoal do campo pensava que este guerreiros da sombras fossem quase super homens. Treinamento diário constante sem descanso, dieta suspensa e cuidadosamente monitorada, treinamento Expert em habilidades de combate aramados e desarmados, residindo na segurança de uma unidade familiar durante seus anos formativos e vivendo continuamente para ser um com os elementos próximo a natureza, eram os ingredientes para produzir uma raça super homens. As habilidades e poderes finalmente aguçados do ninja o capacitava para se esgueirar através de aberturas quase impossíveis, suster sua respiração por longos períodos sob a água, nadar vastas distancia a latas velocidades e mergulhar de grandes alturas de topos e rochedos. Lagos na montanha eram onde os jovens estudantes ninja aprendiam todos os truques necessários para conseguirem entrar num castelo a fim de realizar suas missões. Eles eram treinados para mover-se através da água silenciosamente com escassos ruídos avista. Os jovens ninja também praticavam combate com e sem armas. As a técnicas de fuga na água tornaram-se apenas uma das outras habilidades adquiridas pelos ninjas. Um ninja sabia exatamente a que profundidade ele devia nadar embaixo da água para evitar as flechas de seus perseguidores e em anos mais tarde as balas dos mosquetes de infantaria. Respiração e controle de respiração que os ninjas tinham aprendido desde infância, era provavelmente baseada nos sistemas de yoga hindus. Parece provável que os métodos vieram para o Japão via china trazidos pelos místicos taoistas que passaram toda a sua vida experimentando elaboradas técnicas respiratórias em busca da imortalidade. Para um ninja, a capacidade de respirar era útil de muitas maneiras. Por exemplo, quando um ninja se escondia, especialmente perto de uma posição ocupada pelo inimigo, o mais leve som, se detectado, bem podia ser o último. Se os cães dos soldados estivessem perto até inspirar e expirar o ar podia ser fatal. Muitas estórias abundam o folclore japonês sobre como os ninjas escapavam usando o seu método de respiração leva para fingir-se de morto. Alguns ninjas até reduziam sua respiração entrando num transe hipnótico do tipo yoga.

O guerreiro invisível: Vivendo uma vida rude como um virtual marginal da sociedade, o ninja aprendeu a aclimatar seu corpo ao tempo de todas as estações e se vestia conforme as circunstâncias. Por exemplo, nos meses de inverno, ele vestia-se de branco para se tornar virtualmente invisível na neve. Seu uniforme ninja marrom, nos meses de outono, confundia bem como as folhas que caiam na floresta. Sendo capaz de misturar-se com os arredores em qualquer dado momento, alimentou a lenda ninja, com o passar dos anos, sobre sua habilidade de desaparecer à vontade. As melhores horas de operação do ninja que desejasse permanecer invisível eram naturalmente aquelas da escuridão, que lhe permitiam fundir-se com os cenários naturais ou outros. Para missões muito importantes e críticas, o ninja preparava sua visão mantendo-se no escuro por pelo menos 24 horas antes de sua tarefa. Suas horas à luz do dia eram passadas no fundo de uma caverna escura, criando assim uma delicada sensibilidade de visão noturna. Era esse tipo de esperteza, engodo e total dedicação à sua missão que devia dar frequentemente dar ao ninja o limite sobre seus inimigos. Para o ninja, porém, ser invisível não implicava necessariamente em não ser visto, no senso literal da palavra. Inviabilidade pode também significar despercebido quanto às verdadeiras intenções de alguém e o ninja, disfarçado, agindo como um sacerdote andarilho ou mercador era “invisível” ao seu inimigo.

Enfocando a mente na sobrevivência: O agente ninja sabia que a sobrevivência era um estado da mente. O planeja mento correto significava que ele viveria para ir embora. Nas profundezas do inverno, viajando através de vasto espaços abertos com neve e gelo em torno e ventos congelantes causando calafrio até a medula, muitas pessoas teriam apenas desistido. Mas não o ninja. Não importava quão estéril e desolado fosse estado, pelo qual trazer no foco a poderosa força de sua mente e concentrando-a num dado problema, ele podia rapidamente calcular e tomar a ação correta a fim de permanecer vivo. Fazendo uso das condições adversas do tempo era de suma importância para o ninja. Usado os elementos naturais contra o inimigo dava a ele elevada vantagem. A habilidade para reconhecer e predizer condições de tempo podiam algumas vezes tomar um ninja solitário em um exército eficiente. Se, por exemplo, o vento estivesse soprando de uma certa direção, ele podia calcular se era provável mudar ou não e a partir deste conhecimento poria fogo num acampamento inimigo, sabendo que os ventos soprando em direção ao acampamento se intensificaria o fogo mesmo posteriormente. Um exército enorme logo seria levado ao caos e confusão à vista de um fogo de arbustos poderoso rapidamente avançando. Nenhuma condição de tempo, não importa quão rigorosas elas parecessem, eram consideradas impossíveis para o ninja opera. De fato, eles davam boas-vindas a qualquer tipo de acontecimentos incomuns. Ele tirava vantagem de tudo que vinha deste modo. Usando peças enganosas combinadas com boa psicologia, adulava oficiais rasos para arrancar informações deles. Se o ninja estivesse vestido como um sacerdote, que naqueles dias agiam como mensageiro de notícias bem como líderes religiosos, ele não tinha dificuldades em espalhar mentiras sobre desgraças iminentes ou pragas às comunidades de aldeia famintas de novidades. Toda a subversão era executada brilhantemente e tudo pelos fins do ninja. Ele ficava invisível no meio do inimigo, e, contudo, criava uma atmosfera de completo desespero em torno de si. Por causa de toda uma vida passada em treinamento ao ar livre, o ninja era adepto de usar sabiamente uma camuflagem ambiental para misturar-se completamente com o terreno. Seu uso ingênuo de tempestades, nevoeiro e outros fenômenos naturais, incutia medo até nos corações dos samurais, embora fossem homens corajosos e destemidos contra os mortais, e não tinham defesa contra o que eles pensavam que fossem demônios ou fantasmas.

Os ninjas vivem hoje: Nos anos 80, o mundo das artes marciais viu um grande renascimento das artes dos ninjas. Infelizmente nos anos 60, a comercialização sensacionalista de suas antigas formas de assassinato e subversão prejudicou a credibilidade do ninjutsu como uma arte marcial no ocidente, pelas exageradas explorações de agentes ninjas no cinema e na t.v, lançou as bases para expor ao ridículo as verdadeiras artes ninjas nos círculos da arte marciais mundiais.

A luz do viajante: Bem frequentemente a missão do ninja envolvia a penetração de linhas inimigas e fortificações para fins de assassinato ou espionagem. Tais missões exigiam sigilo, velocidade e desembaraço manuseio. Sendo este o caso, o ninja frequentemente viajava altamente armado. Se ele fosse descoberto por um guerreiro samurai ou um rival ninja, ele virava a arma de seu atacante contra ele, matando seu atacante e então retendo a arma para seu próprio uso. Finalmente, uma das mais práticas armas que o ninja usava estava sempre a mão; um bastão curto, de cerca de 3 pés (aprox. 1 metro) de comprimento, chamado de Hanbo ou meio bastão. Este bastão pode ser usado para técnicas de golpear, arremessar e trancar

Tortura impiedosa: Mesmo após longos anos de treinamentos, os agentes ninjas eram considerados disponíveis pela hierarquia do chunin e jonin. Assim estava por isso nas mãos do próprio ninja se ele sobrevivesse ou não a uma missão. Ocasionalmente, um agente ninja era capturado enquanto executava uma missão. Ele sabia que é isto acontecesse, ele seria torturado impiedosamente e levado à morte muito lentamente, fazendo com que seus captores usassem todos os meios em seu poder para fazê-lo falar antes que ele morresse. Os clãs ninja tinham uma lei de couraça ou código de disciplina que proibia divulgar informações. Ele era jurado ao sigilo sobre seu treinamento, seus contatos e naturalmente a localização do principal acampamento ninja. Assim o ninja preferia a morte (frequentemente por suas próprias mãos) do que a trair seus companheiros guerreiros. Qualquer ninja que fosse desleal era caçado cruelmente por outros membros do clã e levado à morte. Tão forte era este código de honra, que, que se um pequeno grupo de ninjas estivesse operando numa área e parecesse que um deles poderia ser capturado, ele seria morto instantaneamente pelos seus companheiros antes que tornasse boa a sua própria fuga. Finalmente o agente ninja, após completar sua missão e evadir-se de seus perseguidores, chegava de volta em seu próprio acampamento. Os honorários pelo assassinato ou pelas informações reunidas seriam pagos ao jonin. Quanto ao próprio agente ninja sua única recompensa era o conhecimento de um serviço bem feito e a volta, ao seio da família do clã ninja, ser alimentado e vestido, abrigado e aquecido. Até aproxima missão

Quem foram os ninjas: Foram os criadores de uma arte marcial japonesa conhecida como ninjutsu. “Trata-se de um conjunto de táticas de espionagem e assassinato, praticadas por guerreiros mascarados, especialistas em truques fraudulentos”, diz o historiador Masanori Fukushima, da Universidade Takushoku, no Japão. Não se sabe onde termina a história e começa a lenda, pois, por ser uma técnica de espiões, o ninjutsu era secreto e transmitido apenas oralmente. Acredita-se que tenha surgido no reinado do imperador Shotoku (718-770) e se difundido por todo o Japão durante o período conhecido como Sengoku (1467-1568). O país passava por diversas guerras civis e as técnicas ninja começaram a ser adotadas por famílias que habitavam as montanhas no centro da ilha de Honshu, a maior do Japão. Quando necessário, as famílias se uniam para combater inimigos comuns. Os ninjas praticamente desapareceram durante o período Edo (1603 a 1868), quando acabaram as guerras internas. Nessa época, as famílias ninja foram repudiadas pela sociedade feudal vigente, submetidas a taxas de impostos exorbitantes e à perseguição. Apesar disso, o ninjutsu continuou a existir, mais secreto ainda. Os principais inimigos dos ninjas eram os samurais, que ajudavam a manter o poder dos senhores feudais. No período seguinte da história do Japão, iniciado com o império de Meiji, em 1868, tanto os samurais quanto os ninjas foram proibidos de usar armas. O objetivo de Meiji era integrar o país à era moderna e ao resto do mundo. No início do século 20, porém, os ninjas voltaram a ser usados como espiões, durante a ocupação da Manchúria, na China, pelo Japão.

Dentro do século XX: Surpreendentemente não muito se sabe ou é registrado sobre os ninjas após a guerra russo japonesa até o fim da década de 60. A expansão no comercio mundial do Japão resultou na invasão da china e a ocupação total da Manchúria, fazendo nos presumir que tais operações fizeram pleno uso dos métodos dos antigos ninjas. Sabe-se que as vastas redes de espionagem estabelecidas pelos japoneses na Manchúria e que certos senhores da guerra Chineses desapareceram misteriosamente ao surgir qualquer tipo de dissidência. Nas verdadeiras tradições dos antigos ninjas, agentes foram desaparecendo à Manchúria muito antes da invasão japonesa. Estes espiões, agindo como uma quinta coluna, estabeleciam-se nas cidades e aldeias chinesas obtendo emprego em todos os segmentos da vida Chinesa, enviando informações secretas ao governo Japonês para a ocupação ser feita mais suavemente. Tais informações incluíam forças de tropas, localização de munição, fabricas e rotas de suprimento, o ânimo das pessoas, como melhor usar a propaganda como eram, em suma, qualquer coisa que pudesse ser usada para subversão. Bastante envolvida com o serviço secreto japonês naquela época era sociedade do Dragão Negro, cujos princípios podem provir de um clã ninja que se tornou clandestino há cerca de mais de 200 anos, mas pouco tem sido documentado ou se sabe sobre tais grupo se os seus contemporâneos. Parece um estranho paradoxo que a história mencione muitas da exploração ninjas até cerca de 1650 e após inexistente informação sobre eles. Uma vez revelado, um segredo, este segredo deixa de ser segredo e um ninja, uma vez descoberto deixa de ser eficiente. Supõe-se que com o advento dos métodos de comunicação e espionagem, necessidade patológica do segredo continuou mais profunda. Assim, para todos os fins, a história nos teria feito acreditar que os clãs ninjas deixaram de funcionar como organização como organização com a vinda do Shogunato Tokugawa. Porém, aceitar isto como um fato seria ingenuidade. Uma fundação de quase mil anos de experiência em espionagem, atividade secretas e assassinatos políticos, sem mencionar uma máquina de propaganda em constante uso para manter o povo comum em suspense pelas táticas do medo, não seria simplesmente desperdiçada só porque prevaleceu um tempo de paz. Vamos voltar a arte da guerra de Sun Tsu que indica que através de um sistema de espionagem bem montado e posicionado, um governo pode ser derrubado sem espadas ensanguentadas. Assim há pouca dúvida que o primeiro trabalho de Hanzo Hattori de fixar um sistema de espionagem governamental em escala nacional com seus clãs ninjas para Tokugawa Ieyasu proclamou o início de um serviço secreto altamente organizado. Pode-se apenas conjectura a ponto os ninjas foram empregados na segunda guerra mundial, mas alguns historiadores de artes marciais contemporâneos sugeriram que para assassinar o general MacAthur foram inspirados nos ninjas.