Bússola

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Bússola o que é?

Uma bússola é um objeto com uma agulha magnética que é atraída para o polo magnético terrestre. Polos Magnéticos: Qual é o fenômeno que faz a agulha da bússola apontar consistentemente na direção Norte-Sul? A resposta está na poderosa, mas invisível força chamada Magnetismo. A Terra é um imã gigante. Apesar de o magnetismo ter sido descoberto há muito tempo, a sua utilização como auxiliar de orientação é bastante recente. Descobriu-se que o minério de ferro magnetizado, quando colocado num pedaço de madeira a flutuar num recipiente com água, girava e adquiria sempre uma posição fixa. A bússola tinha sido inventada!

Breve História da Bússola:

Não se sabe ao certo quem teve primeiro a ideia de deixar uma pedra de minério de ferro ionizado indicar o Norte. Estudiosos acreditam que os Chineses foram os primeiros a explorar o fenômeno. “Si Nan” é considerada como a primeira bússola. “Si Nan” significa “O Governador do Sul” e é simbolizada por uma concha cuja pega aponta para Sul. Como a concha era bastante imprecisa, os Chineses começaram a magnetizar agulhas de modo a ganhar mais precisão e estabilidade. De acordo com alguns escritos Chineses, as primeiras bússolas foram utilizadas no mar por volta do ano 850. A invenção foi então espalhada pelo mundo por astrônomos e cartógrafos para ocidente até aos Indianos, Muçulmanos e Europeus. A bússola foi desenvolvida através dos séculos, e um avanço considerável foi conseguido quando se descobriu que uma fina peça de metal podia ser magnetizada, esfregando-a com minério de ferro. O passo seguinte foi conseguir envolver e encerrar a agulha num invólucro cheio de ar e transparente, o chamado invólucro da bússola. E desta forma a agulha estava protegida. Inicialmente, as agulhas das bússolas “dançavam” bastante e demoravam muito tempo a estabilizar. As bússolas modernas são instrumentos de precisão, e a sua agulha, geralmente encerrada num invólucro cheio de líquido, rapidamente se posiciona na direção norte-sul.
Declinação Magnética: O norte magnético, para onde a agulha aponta, não se situa exatamente no Polo Norte definido pelos meridianos. A maioria dos mapas contem meridianos, que são linhas norte-sul. Estas passam pelo Polo Norte geográfico. Os meridianos são representados por linhas finas geralmente em preto. A declinação existe porque o polo norte e o polo magnético não coincidem. Esta declinação varia consoante o local do mundo. Em certas zonas do Canadá ultrapassa os 40 graus, mas, por exemplo, na Escandinávia ela é desprezível. Os mapas modernos utilizados para fins lúdicos e para a orientação, são impressos com os meridianos corrigidos para a declinação, e para o norte magnético.
Desvio: A agulha da bússola pode ser influenciada por depósitos de minério de ferro, linhas de alta-tensão, vedações e outros objetos de ferro. Todos eles provocam uma leitura errada, a menos que o campo magnético externo esteja exatamente em linha com o eixo de orientação (norte-sul) da bússola e de polaridade oposta, mas as possibilidades de isso acontecer são remotas.

Orientações por bússola:

Achando em mapa a real posição através da bússola. Pegue dois azimutes visivelmente separados que afetam pontos característicos no terreno indicados no mapa. Com seu mapa orientado, leia o ângulo de cada ponto, então trace dois raios de acordo com os ângulos lido. Onde os dois raios se cruzam é o seu local presente. Você é onde os dois raios cruzam um com o outro. Trace orientação através de bússola. Com o mapa abaixo em superfície de nível plana, alinhe norte que indica linha em mapa com norte magnético de bússola. O mapa é orientado agora. Um azimute magnético: Um azimute magnético de qualquer objeto é a leitura angular da bússola que visa um objeto em relação ao norte magnético. Entrando em escuridão e névoa densa e por terreno áspero. A linha na visada de copo é para caminhar rapidamente por terreno áspero: – (na superfície do copo são achadas duas linhas, longo e curto. Eles formam um ângulo de 45° entre si.) Primeiro, vire sua bússola para enfrentar verdadeiro norte, então gire a linha luminosa em sua visada de copo para o rumo (para qualquer número de graus) que você deseja caminhar; exemplo – mova visada até que alinha esteja em (por exemplo) 60°, quando bússola estiver alinhada com norte – agora você pode levar uma leitura rápida a qualquer hora. Enquanto você está caminhando, há pouco vira sua bússola para o norte magnético e entra na direção da linha na visada.

RECOMENDAÇÕES PARA OPERAR A BÚSSOLA:

Verificar se satisfaz às condições previstas para seu funcionamento. Evitar medições nas proximidades de quaisquer materiais que possam atrair a agulha imantada, como cercas de arame, postes, linhas de alta tensão, máquinas, etc. Colocá-la em posição horizontal. Visar, cuidadosamente, deslocando a linha de fé para o alinhamento. Ler o azimute no limbo graduado da bússola, onde a ponta norte da agulha imantada (indicada pela coloração escura ou pelo N nela gravado) assinalar o ângulo. OBS: Linha de fé – linha que passa pelas indicações N-S do limbo em quadrante, ou 0° – 180° nos de 0° a 360°. Limbo – parte onde fica gravada a graduação da bússola (fixa no copo com agulha solta ou solto no copo sem agulha visível, mas com “N” como marcador do norte magnético). As bússolas com o limbo fixo no copo marcando de 0° a 360° têm a graduação no sentido contrário à dos ponteiros do relógio (levogiro) e graduadas em quadrantes invertem a posição dos pontos cardeais, possibilitando a leitura direta do azimute ou do rumo, no respectivo quadrante. As bússolas com o limbo solto no copo são graduadas no sentido horário. Existe uma arvore cujo o nome popular é PAU-DÁLIO que faz com que a bússola fique desorientada.

MEDIÇÃO DE ALINHAMENTOS

Medição de baixa precisão: conduz resultados mais ou menos satisfatórios. É usada em levantamentos rápidos, e quando a precisão é pouco exigida. Ex: Passo do homem ou do animal que se monta, rodas das viaturas (odômetros e velocímetros),
Som e relógio.: Medição de media precisão: indicada para os levantamentos comuns. Ex: trenas.
Os três nortes: É o norte celestial, que e conhecido a partir das medições exatas do sol.
Norte a grelha: O Norte com o qual as linhas da grelha do mapa estão alinhadas e a partir do qual são tiradas as orientações do mapa.
Norte magnético: É o Norte para qual a bússola aponta e a partir do qual todas as orientações magnéticas do terreno são tiradas.

Orientação

Pontos Cardeais e Orientação: Normalmente a primeira pergunta que um professor se faz quando tem que ensinar este assunto é algo mais ou menos assim: Porque ensinar pontos cardeais e orientação se hoje em dia as pessoas muito raramente ficam perdidas em florestas? Para falar a verdade as florestas quase não existem mais. Muitas vezes nós não notamos, mas saber os pontos cardeais é necessário em muitos outros casos que não estar perdido. Por exemplo, você já notou que no desenho do projeto de sua casa tem a indicação da direção Norte? Procure um projeto de casa. Se você não tiver tente o projeto da escola onde você leciona. Um bom engenheiro, quando projeta uma casa, um prédio ou uma indústria tem que saber os movimentos que o Sol realiza durante o dia e durante o ano para planejar corretamente a posição das portas e janelas e para isso é necessário orientar-se através dos pontos cardeais. Você pode não ter notado a indicação do Norte no projeto da casa, mas certamente já notou ou conhece alguém que reclama do Sol “batendo” direto na janela da sala o que dificulta muito para ver a imagem da televisão durante o dia. Se o engenheiro soubesse os movimentos do Sol colocaria a janela naquela posição? Numa indústria, janelas bem posicionadas podem economizar energia com iluminação. Nascer e Pôr do Sol, dizemos que o Sol nasce quando ele surge no horizonte pela manhã e dizemos que o Sol se põe quando ele desaparece no horizonte à tarde. As palavras nascer e por são usadas porque os povos antigos acreditavam que a cada dia nascia um novo Sol, e a tarde ele se punha abaixo do horizonte para morrer. Hoje sabemos que isso não é verdade, pois ele nasce e se põe por causa da rotação da Terra, mas por tradição as palavras nascer e pôr do Sol ainda são usadas.
O que são os pontos cardeais: Como o próprio nome diz: são pontos e significam pontos principais ou pontos de referência. Através deles é possível localizar qualquer lugar sobre a superfície da Terra, são eles: o Norte e o Sul que apontam na direção dos polos terrestre; o Leste e o Oeste que apontam para o lado do nascer e do pôr do Sol, cruzando a linha Norte-Sul. CUIDADO, o Leste e o Oeste não apontam sempre para o ponto onde o Sol nasce ou se põe e sim para o lado da nascente ou lado do poente. Durante o ano, o Sol nasce em pontos diferentes do lado da nascente e se põe em pontos diferentes do poente. Por isso, não podemos dizer que o Sol nasce sempre a Leste e se põe sempre a Oeste. Dependendo da época do ano a diferença, entre a nascente (ponto onde o Sol nasceu) e o Leste verdadeiro, é grande.
Encontrando os Pontos Cardeais através do Sol: Diferente do que normalmente se pensa o Sol não nasce no ponto cardeal leste. O Sol nasce do lado leste de onde estamos. O mesmo acontece para o poente, o Sol não se põe no ponto cardeal oeste, mas sim do lado oeste de onde estamos. Na verdade, a cada dia do ano o Sol nasce e se põe num ponto diferente, por isso, se tomarmos o Sol como referência para nos orientarmos cada dia tomaremos uma direção diferente ou, por exemplo apontaremos a antena parabólica para lugares diferentes do céu se a instalarmos em épocas diferentes do ano. É fácil perceber isso observando onde o Sol se põe nos meses de junho ou julho e onde ele se põe nos meses de dezembro ou janeiro.